Quando eu cursava Administração com Habilitação em Marketing, estudei sobre algo chamado valor agregado.
Uma rápida pesquisada no Grande Oráculo e acho o seguinte texto:
O valor agregado é a percepção que o cliente tem de um bem (produto ou serviço) que atenda seu conjunto de necessidades considerando o benefício X preço em comparação com um bem disponível na concorrência. É atributo de qualidade (não tangível) somado, adicionado, enfim, agregado a um bem (produto ou serviço), um diferencial que na percepção do cliente justifica sua escolha entre demais bens substitutos ofertados no mercado).
fonte: http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Valor_Agregado.htm
Você lembra o tempo em que tínhamos que comprar, relógio, rádio, telefone, máquina fotográfica, e, logicamente filme pra máquina?
Pois bem, hoje qualquer modelo de celular com um valor mediano pode te fazer carregar tudo isso, no bolso.
Essa é uma tendência natural para vencer num mercado tão competitivo. ‘Dar’ coisas a mais é uma vantagem em relação ao seu concorrente.
Com isso nós consumidores ganhamos, claro. Produtos cada vez mais cheios de funcionalidades, serviços cada vez mais especializados [é?!] empresas melhores…
Essa tendência se aplica as mais variadas áreas, por exemplo: imagine ir ao show de um bom grupo musical, que ao invés de usar instrumentos, imitam os instrumentos, e pra completar ainda fazem humor, uma boa pedida, não?
Confiram um pedacinho do show da banda vocal bombando.
tudo que vocês escutam é feito com a boca pelos componentes do grupo
- Um comentário
Era apenas uma criança, pouco mais de dez anos, olhava vislumbrado para algo que jamais tinha visto antes, era o parque de diversões mais incrível. Ele jamais poderia se quer imaginar que existisse algo tão fascinante. Quanta luz! Cores, sorrisos, alegria, muita alegria.
Como se não bastasse todo aquele aparato de máquinas fazedoras de alegria, o preço era ínfimo, e era taxa única. Pagava-se apenas um valor por todo o tempo que se tivesse disponível em qualquer brinquedo que ali estava.
Tudo extremamente lindo, exceto por um detalhe. Ele não tinha dinheiro. Absolutamente nada, cada criança que ali entrava era pra ele uma tortura. Não por inveja. Não queria que nenhum delas deixasse de estar ali, apenas queria estar ao lado delas.
Foram minutos torturantes, sua mente infantil cria que era melhor morrer a desejar tão ardentemente algo tão barato, e ter como única certeza a impossibilidade. Ele não tinha se quer a esperança de pedir a alguém de sua família e retornar num outro dia.
Sentou e por muito tempo… chorou.
Os anos se passaram, uma bela tarde de muito sol, um jovem, sentando numa lanchonete, comia tranquilamente alguns salgados acompanhados de um refrescante suco, e ao olhar para o outro lado da rua, vê uma criança a contemplar aqueles que ali comiam.
Parecia mágica! Como quem tem uma bola de cristal, ele podia sentir exatamente o que aquela criança sentia, lia em seu olhar tudo que se passava em sua mente infatil.
Aquela que criança que olhava não com os olhos, mas, com a alma anelante, acaba percebendo que alguém olha em sua direção e faz sinais. Incrédulo observa se havia alguém por perto que fosse o real alvo daquela pessoa, mas ninguém. Apenas ele. Alguém o chamava de dentro da lanchonete.
Faz sinal apontando pra si próprio ainda não crendo que algum daqueles seres superiores pudessem realmente estar fazendo contato com ele. A resposta é positiva, aquele jovem o está chamando.
Ele é convidado pra sentar e lanchar com aquela pessoa que nunca antes vira.
Embora muito mais concentrado em seu tão desejado lanche, responde algumas perguntas do seu nobre anfitrião.
Qual o seu nome? Você estuda? Tem pai? Tem mãe?
Por alguns segundos o jovem dirige algumas palavras que parecem não fazer muito sentido para aquela criança.
Coisas como:
“Eu entendo você! Aproveite cada problema que a vida te der pra resolver! Um dia você pode estar sentado numa lanchonete como essas comendo com seu próprio dinheiro! Um dia você pode até ter sua própria lanchonete. Acredite na vida mesmo quando tudo te fizer descrer. Você ainda será um grande homem.”
Despediram-se e nunca mais se encontraram novamente.
“Duvido que ele realmente me entenda, é muito fácil pra ele falar todas essas coisas, ele deve ser rico, ter um trabalho, pai, mãe, pessoas que o ajudam. Ter minha lanchonete… quem dera.”
“Espero que ele tenha entendido cada palavras que falei, que acredite nelas, e que um dia essa corrente ganhe mais um elo.”
sabe aqueles momentos em que tudo está perdido?
quando você acha que vai melhorar, piora?
paciência é a palavra…
é ver pra crer!
Então pessoas…
Já que karyne está em clima de joguinho, vou pegar uma carona…
Que tal um “simplório” teste de interpretação de texto [odeio]
São pequenos ditos populares, reescritos apenas para dar uma exercitada em seu nível de pernosticidade.
Vou aguardar nos comentários que vocês escrevam qual é a forma popular para os
seguintes textos:
- O símio que anela a alma com o auspício de se postar em oportuno lócus de alvedrio arbóreo deve, também, conferir tal sinecura ao indivíduo da mesma espécie; este, nada obstante, consignará seu espaço num outro ramo do corpo natural a que ambos se aludem.
- A singularidade migratória conjunta de conspícua ave, em arranjo com sua coordenada disponibilidade de vôo contíguo a espécimes isomórficos, refreia a capacidade de se diagnosticar – pela conflagração do vôo de somente um exemplar - a incidência sazonal dos meses em que o clima esbraseia a temperatura terrestre
- Se existe, de fato, um axioma somático é aquele concernente ao o alento das células, portanto, demitir-se do salutar hábito de alimentar o corpo é um análogo procedimento correlato a um receptáculo vago em seu cerne que, por conseguinte, esmaece sua postura rija e precipita-se em desafogo ao chão
- Os que não se cingem com gravames e deflúvios, jamais consternar-se-ão com a cobardia de recear desagravo
- O amásio que detém desambição e tendência ou inclinação de natureza instintiva à preocupação com o ulterior ser humano e que, não obstante sua atuação espontânea, ministra ajutórios aos miseráveis, cede temporariamente algo para o Criador.
caso seja necessário, eu coloco as respostas nos próximos capítulos
Olá!!!
Tem alguém ai?
Espero que sim…
Como todo bom bahiano [sem trocadilho] minhas férias deveriam se estender até depois do carnaval… mas, como agora tenho um pouco de sangue capixaba, resolvi antecipar a volta ao mundo blogosferico.
Foi exatamente um mês sem posts, e embora não ter escrito caracterize “férias” do blog, foi um perido nada tranquilo, muitas mudanças no trabalho, viagens desprogramadas [5.000 Km em 15 dias], namoro quase que como no início [apenas por msn] - a diferença é que agora moro a umas 4 ou 5 quadras de minha namorada.
Enfim, ‘churumelas’ a parte, estou de volta, e pra abrir com chave de ouro, para marcar meu retorno definitivamente, eis que vos apresento o novo blog de minha namorada, novinho em folha. Creio que, agora sim, a aparencia dele esteja de acordo com seu conteúdo. Quero parabenizá-la por estar a cada dia fazendo mais sucesso no mundo blogosférico… e olha que muitas de nossas ideias estão ainda apenas na caixola.
É isso… como diria meu famoso quase conterrâneo: “eu voltei, agora pra ficar!!!”
Aos que lêem frequentemente o blog, desculpem a demora no retorno, e espero que tenham pelo menos conseguido economizar R$ 9.890,10.
